6 de fev. de 2011

TESTE DE UMA REPETIÇÃO MÁXIMA (1RM)

Na sala de musculação temos vários testes que podem ser aplicados como por exemplo de 1RM (uma repetição máxima) mas é muito importante saber em que momento devemos aplicar o teste.
Mas para que serve o teste de uma repetição máxima?
Este teste serve para a predição da carga de treino neuromoscular para avaliar a força máxima e deve ser aplicado a um grupo muscular específico por vez com atenção em quais grupos musculares vão ser testados no dia. É um teste onde existe algumas controvérsias pois variáveis como velocidade de execução, amplitude de movimento, tamanho do grupo muscular que vai ser testado, pode ter interferência direta na fidedignidade do teste segundo estudiosos no assunto.
leiam o artigo...

Brazilian Journal of Biomotricity
, v. 4, n. 1, p. 57-64, 2010 (ISSN 1981-6324)
57
ARTIGO ORIGINAL (ORIGINAL PAPER)
ANÁLISE DO TESTE DE UMA
REPETIÇÃO MÁXIMA NO EXERCÍCIO
SUPINO PARA PREDIÇÃO DA CARGA
ANALYSIS OF ONE REPETITON MAXIMUM TEST IN BENCH PRESS EXERCISE TO
PREDICT THE LOAD
Mauro Lúcio Mazini Filho¹, Bernardo Minelli Rodrigues
Reis
5, Ana Cláudia Ribeiro de Souza2, André Luiz Zanella1, Ricardo Luiz Pace Júnior 1,3, Dihogo Gama de Matos1,4
¹ Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Educação Física e Desporto - UTAD -
Portugal
2
Exercícios Físicos para Grupos Especiais – UNIFOA – Juiz de Fora – MG.
Programa de Pós-Graduação Lato Sensu em Personal Trainer e Prescrição de
3
Universidade Presidente Antônio Carlos – UNIPAC – LAFAIETE – MG
4
Laboratório de Avaliação Motora da Universidade Federal de Juiz de Fora – MG
5
Branco. - Rio de Janeiro, RJ – Brasil.
Laboratório de Biociências da Motricidade Humana - LABIMH, Universidade Castelo
Corresponding author
Mauro Lúcio Mazini Filho
Endereço: Rua Francisco de Almeida Gama, 307, São Sebastião, Cataguases, MG
Cep: 36774654
personalmau@hotmail.com
Submitted for publication: Sep 2009
Accepted for publication: Dec 2009
:

Mazini Filho et al.: Predição de 1RM para o exercício supino www.brjb.com.br

2 de fev. de 2011

ARTIGO:

Revista Brasileira de Medicina do Esporte

version ISSN 1517-8692

Rev Bras Med Esporte vol.16 no.5 Niterói Sept./Oct. 2010

doi: 10.1590/S1517-86922010000500005 

ARTIGOS ORIGINAIS
APARELHO LOCOMOTOR NO EXERCÍCIO E NO ESPORTE

Relação da força explosiva e potência muscular com a capacidade funcional no processo de envelhecimento

Rodrigo Maciel Andrade; Sandra Marcela Mahecha Matsudo
Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul - Celafiscs São Caetano do Sul São Paulo - SP
Endereço para correspondência

INTRODUÇÃO
A potência muscular tem sido apontada como a melhor preditora de limitação funcional e declínio da qualidade de vida quando comparada à força máxima(1-5), por representar o trabalho muscular por unidade de tempo, o que poderia ajudar na adoção de uma estratégia mais adequada para a execução de atividades diárias, como estabilização do corpo, prevenindo e/ou diminuindo o risco de queda(2). Exemplos disto são os valores de correlações significantes encontrados na literatura entre potência muscular e capacidade funcional em idosos(1,3,6).
Outro ponto que tem recebido atenção durante o processo de envelhecimento é o comportamento das variáveis determinantes da potência muscular, força muscular e velocidade de deslocamento.
De Vito et al.(7), ao analisarem estas variáveis, identificaram que as alterações na potência muscular decorrentes do avanço da idade poderiam ser melhor explicadas pela diminuição na velocidade de contração muscular do que pela capacidade de gerar força muscular.
Corroborando com tais achados, uma diminuição significante na frequência de desenvolvimento de força ou força explosiva(8), com o avanço da idade, tem sido relatada na literatura(9-13), sugerindo que a velocidade para se atingir uma dada força parece ser mais importante do que a própria magnitude de força e potência para a manutenção da independência com o avanço da idade(2).
Entretanto, os estudos que buscaram estabelecer respostas adaptativas destas variáveis no envelhecimento utilizaram mecanismos isotônicos(3) e isocinéticos(4) em sua determinação, portanto, com variação da sobrecarga, condição que não corresponde ao experimentado em ações diárias em que se faz necessário acelerar a própria massa corpórea, condição denominada isoinercial(14).
Sendo assim, pode-se supor que a potência muscular e a força explosiva produzidas em condição isoinercial seriam capazes de representar melhor as adaptações na capacidade funcional experimentadas com o envelhecimento, também classificadas como isoinercial por dependerem da movimentação da massa corporal(14).
Contudo, até o presente momento, não é de nosso conhecimento a existência de estudos que buscaram tal elucidação.