21 de nov. de 2011

Artigo:

Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas

versão impressa ISSN 1516-9332

Resumo

D'AVILA, Vanessa Guimarães de Freitas Cruvelo; SOUSA JUNIOR, Nozelmar Borges de; SOUSA, Fábio Borges de  e  GUILLO, Lídia Andreu. Avaliação da produção de óxido nítrico em ratos, submetidos aos exercícios aeróbio e anaeróbio. Rev. Bras. Cienc. Farm. [online]. 2008, vol.44, n.4, pp. 755-761. ISSN 1516-9332.  http://dx.doi.org/10.1590/S1516-93322008000400023.
Óxido nítrico (NO) exerce influências muito importantes em vários processos fisiológicos. Neste trabalho avaliamos a produção de NO sanguíneo em ratos Wistar, submetidos ao nado aeróbio e anaeróbio agudos. A formação do óxido nítrico foi verificada através da dosagem dos produtos de oxidação estáveis do metabolismo do óxido nítrico (nitratos). Para isso utilizamos o método colorimétrico de Griess. Verificamos a existência de uma diferença significativa (p = 0,000261) na produção de óxido nítrico entre a realização do nado aeróbio e o anaeróbio, na qual o aeróbio mostrou-se mais eficiente na promoção de níveis mais elevados. O exercício aeróbio agudo com duração de no mínimo 10 minutos mostrou-se mais eficaz no quesito produção de NO em relação ao exercício de 5 minutos. A positiva relação observada entre o exercício aeróbio e a formação de NO pode ajudar a explicar os efeitos benéficos do exercício na saúde cardiovascular. Sabemos que a prática de exercício aeróbio e sua duração aumentam a biodisponibilidade de NO, o qual é considerado importante regulador fisiológico da pressão arterial.

11 de nov. de 2011

Artigo:

Revista Brasileira de Medicina do Esporte

versão impressa ISSN 1517-8692

Rev Bras Med Esporte vol.15 no.2 Niterói mar./abr. 2009

http://dx.doi.org/10.1590/S1517-86922009000200009 

ARTIGO ORIGINAL
CIÊNCIAS DO EXERCÍCIO E DO ESPORTE

Exercício concorrente: análise do efeito agudo da ordem de execução sobre o gasto energético total

Concurrent exercise: analysis of the acute effect of the performance order on the total energy expenditure


Valéria Leme Gonçalves PanissaI,II; Rômulo Cássio de Moraes BertuzziI,II; Fábio Santos de LiraIII; Ursula Ferreira JúlioI,II; Emerson FranchiniII
ICurso de Educação Física Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade Presbiteriana Mackenzie
IIEscola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo
IIIInstituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo

Endereço para correspondência

RESUMO
O objetivo do presente estudo foi analisar o efeito da ordem de execução dos exercícios de força e aeróbio sobre o gasto energético total na sessão. Para isso, dez homens tiveram seu consumo de oxigênio medido continuamente durante as seguintes sessões: aeróbio-força (AF) e força-aeróbio (FA). O exercício aeróbio consistiu de 30 minutos de corrida na esteira a 90% da velocidade do limiar anaeróbio. A sessão de força foi composta de quatro exercícios, na qual os participantes realizavam três séries de 12 repetições a 70% de 1RM. A concentração de lactato sanguíneo [La] foi mensurada após cada exercício de força e nos minutos 10, 20 e 30 do exercício aeróbio. A [La] durante a execução do exercício aeróbio permaneceu maior (p < 0,05) na situação FA quando comparado com a AF aos 10 (FA = 5,1 ± 1,3mmol.l-1; AF = 3,2 ± 1,0mmol.l-1), 20 (FA = 4,2 ± 1,0mmol.l-1; AF = 3,0 ± 0,9mmol.l-1) e 30 minutos (FA = 3,9 ± 1,3mmol.l-1; AF = 3,4 ± 1,1mmol.l-1). O gasto energético total não diferiu entre as ordens de exercício (FA = 2.793 ± 811kJ; AF = 2.893 ± 903 kJ; p > 0,05), indicando que a ordem de execução não afetou significativamente o gasto energético.
Palavras-chave: aeróbio, treinamento de força, exercício concorrente, gasto energético.

 
Fica ai a mensagem para que possamos pensar melhor em estrategias de treinamento para nossos alunos.